A ministra da Secretaria de Direitos Humanos, Maria do Rosário, considerou nesta sexta-feira (27) um “absurdo” a operação policial na desocupação da área do Pinheirinho, em São José dos Campos (SP).
Ela disse ainda que a secretaria está atendendo a comunidade para garantir os direitos humanos dos que foram retirados de suas casas, mas negou que o governo federal pretenda questionar na Justiça a atuação das autoridades paulistas no episódio.
“Isso tudo é um absurdo, sobretudo porque a solução para essa situação estava muito encaminhada”, disse a ministra hoje, após participar de uma das atividades do Fórum Social Temático (FST) 2012.
Desde domingo (23), a área do Pinheirinho vem sendo alvo de ações da Polícia Militar de São Paulo para a reintegração de posse. Cerca de 1,8 mil homens da PM foram acionados para retirar as 9 mil pessoas que viviam há sete anos na área. O terreno integra a massa falida da empresa Selecta, do investidor Naji Nahas. O episódio foi marcado por cenas de violência contra os moradores.
Quem também se manifestou foi o ministro Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral da Presidência). Ele afirmou nesta sexta-feira (27) que o governo paulista praticou "terrorismo" na desocupação da favela do Pinheirinho, em São José dos Campos (SP). Com informaçoes da Agência Brasil
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